ARTICULOS / 2008
Montevideo / Uruguay - 14 de Mayo 2008 |
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Montevideo / Uruguay - 22 de Abril 2008 |
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Escuela del Vino – Nuevo Mundo, Capítulo 15
Raras veces con i griega
El difícil que el vino tinto uruguayo logre llegar hasta Europa, ya que los habitantes del país prefieren tomarlo ellos mismos. Nuestro Ysern se hace de la especie Tannat – tómese un trago, y sabrá por qué es tan difícil encontrarlo aquí.
Uruguay, Vino 1
Paradoja
En Uruguay hay un montón de vacas bien alimentadas. Y los charrúas quieren mucho a sus reses – con preferencia las quieren asadas y con buena cantidad de tinto. Son de buen tomar los sudamericanos. Su sed deja seco a casi todo el país, y hasta ahora la palabra “exportación” era desconocida en este rubro. Pero hace no demasiado tiempo del viticultor Javier Carrau se presentó en la feria del vino Vinexpo en Bordeaux, y logramos convencerlo que que nos deje algunas botellas – mentira: ¡prácticamente se las arrancamos de las manos! Y ahora una de esas botellas está en la mesa delante de Usted, Tannat, la gran dama roja del Uruguay, con su silueta bien formada y grandes atractivos. Tannat es algo para sibaritas que gustan repetir.
Fue el viticultor Pascual Harriague del País Vasco francés el que introdujo el Tannat al Uruguay alrededor de 1870 y lo convirtió en lo que hoy es: el tipo de uva de mayor éxito al oeste de los Andes. Y no es de extrañar: vigorosas olas de un aroma de guinda agria y zarzamora inundan la nariz, seguidas por el de violetas y de humo. ¡En la boca, el sabor es totalmente distinto, paradójicamente! Allí cruza la lengua danzando con pies ligeros, apoyado por una fina acidez. Este vino sí que puede tomarse con gusto: ante todo acompañando a platos que contengan comino o ají, a cuscús, cordero, pato o ganso.
La familia de viticultores Carrau llegó de España en 1930 y comenzó a cultivar la vid en Las Violetas, al norte de Montevideo. Desde 1976 están plantando la uva Tannat también en el Cerro Chapeu, que con sus 300 metros de altura ya figura entre las montañas más elevadas del Uruguay. Junto con las uvas de Las Violetas componen el “Ysern” en una de las bodegas más modernas del país. Cuando en la Vinexpo dejamos fluir el Tannat de Javier Carrau sobre nuestra lengua, sus ojos se iluminaron, pues sabía exactamente con qué ímpetu estaba acometiéndonos su supervino en ese momento. ¡Vamos, muchachos!
Hechos sobre el Uruguay
Área de cultivo de la vid: alrededor de 9.000 hecáreas, aproximadamente 270 explotaciones vinícolas.
Las zonas vinícolas más importantes: Canelones, al norte de Montevideo (alrededor de un 60% de la producción)
Los Tipos de uva más frecuentes (en 2007):
Tintos (77%): Tannat, Moscatel Hamburgo, Merlot y Cabernet Sauvignon
Blancos (23%): Ugni blanc y Sauvignon
2004 Tannat “Ysern”, Bodegas Carrau
- Estilo: vino tinto de la especia Tannat. Maduración en barriques
- Aroma: guinda agria, frutas silvestres, violetas y humo
- Sabor: afrutado, intenso, con final largo y fino
- Origen: 75% de Cerro Chapeu, y 25% de Las Violetas
- Temperatura de servicio: entre 16 y 18 grados. Conviene decantarlo
- Copa: tipo burdeos
- Fecha hasta la cual puede tomarse: 2010
- Comida: acompañando a chile con carne, goulash de carne de res con polenta italiana, platos fuertemente condimentados
Conocimiento básico
Rendimiento
Un vino sólo puede ser tan bueno como las uvas de las que está hecho. Es por eso que los viticultores de calidad suelen controlar con la mayor escrupulosidad el número de uvas que cosechan por cepa, pues la capacidad de rendimiento de la planta es limitada. Puede entregar a sus uvas sólo una determinada cantidad de sabor. Demasiadas uvas por cepa dan por lo tanto un líquido demasiado diluido, en cambio, con pocas uvas se obtienen concentrados muy expresivos. 10.000 litros por hectárea son considerados como un rendimiento demasiado elevado para un vino de punta, y entre 4.000 y 5.000 litros, como un buen valor medio. Cosechar menos de 3.000 litros, en cambio, es un lujo que sólo pueden permitirse los fetichistas de la calidad que juegan en la clase Nirvana.
Fuente: Revista semanal “Stern”, No. 4, 17.01.2008, páginas 100 y 101 |
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Montevideo / Uruguay - 28 de Diciembre 2007 |
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AMAT in the Brazilian GULA Magazine

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Montevideo / Uruguay - 26 de Diciembre 2007 |
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+ PDF / Notas de Revistas y Diarios brasileños |
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Revista IMPEXCO / BRASIL

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| Entrevista com Ignacio Carrau |
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Caros enoamigos,
Os vinhos do Uruguai são sempre uma boa chance de surpreender nossos sentidos e uma boa alternativa para fugirmos da tirania da Cabernet Sauvignon...
O nosso entrevistado de hoje é um homem que transita com naturalidade pelo "Paisito" e pelos "Pampas Gaúchos", e junto a sua família faz parte da história enológica do nosso país.
Com vocês, Ignacio Carrau, das Bodegas Carrau (http://www.bodegascarrau.com). |
| Mike Taylor |
Ignacio Carrau |
| Qual é a sua posição nas vinícolas Carrau? A sua formação? |
Atualmente sou acionista nas Bodegas Carrau, embora sejamos oito irmãos (quatro homens e quatro mulheres) só cinco continuam sócios, três homens (Javier, Ignacio, Francisco) e duas mulheres (Gabriela e Margarita). Sou formado em Administração de Empresas pela PUC de Porto Alegre.
Dos quatro irmãos homens, sou o único que não tem formação em vitivinicultura. Apenas me acompanha o treinamento e a paixão na arte da degustação e por isso sempre participei na escolha dos cortes (assemblage) de cada vinho ou na sua seleção. E sempre atuei na área comercial, tanto das Bodegas Carrau, quanto do Château Lacave, na década de 1970. |
| Quais variedades são cultivadas na propriedade de Las Violetas? |
Nossos vinhedos têm aproximadamente 60 hectares e temos Tannat, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Nebbiolo - poucas fileiras de um vinhedo antigo - Chardonnay e Sauvignon Blanc.
A vinícola em Montevidéu tem capacidade para um milhão de litros e elaboramos anualmente 800 mil quilogramas de uvas finas. O resto da capacidade é utilizada para vinhos de guarda ou "Reservas".
Em Cerro Chapeu, temos mais um terreno com uma área superior a 300 hectares, sendo 65 hectares cultivados das mesmas variedades e mais a Pinot Noir, que é utilizada conjuntamente com a Chardonnay para a elaboração do mais prestigioso vinho espumante natural elaborado pelo método champenoise no Uruguai, chamado SUST... trata-se de um Brut Nature. |
| Por que a sua família escolheu o Brasil e não a Argentina? |
Essa pergunta acho que foi feita ao nosso pai Don Juan Carrau Pujol (nascido em Barcelona, em 13 de março de 1924), muitíssimas vezes... ele emigrou para o Uruguai com seus quatro irmãos (três mulheres e um homem), em dezembro de 1930.
Meu pai sempre dizia que a Argentina já era um grande produtor de vinhos, mas que precisava melhorar e muito a sua qualidade, em vez de só produzir volume, e que sem dúvida esse processo de mudanças aconteceria.
Mas ele acreditava que no Brasil - embora fosse um país famoso pela má qualidade dos seus vinhos naqueles idos de 1960 - ainda seria possível elaborar grandes vinhos, mas que para tanto deveria se fazer um estudo correto de quais as regiões mais apropriadas para o plantio dos vinhedos e grandes esforços nas técnicas de elaboração e no cuidado dos caldos.
Por isso, já na década de 1970 escolheu - depois de um cuidadoso estudo com técnicos uruguaios e norte-americanos, estes últimos da Universidade de Davis, Califórnia - a região de Santana do Livramento, próxima ao Uruguai.
Concluindo, eu diria que o nosso pai Juan Carrau Pujol se decidiu pelo Brasil pois tinha certeza que o desafio era muito maior e muito mais atrativo, concordando com o seu estilo de desbravador e pioneiro de grandes empreendimentos. |
| Quando foi o seu primeiro contato com o vinho? |
Esta resposta é fácil... assim como todos meus irmãos, acho que o nosso primeiro contato com o mundo do vinho foi no ventre da nossa mãe... não esqueça que a nossa família está na atividade vitivinícola desde 02 de abril de 1752... eu sou integrante da nona geração de vitivinicultores, e os nossos filhos e sobrinhos são a décima geração. São poucas as famílias que têm essa tradição no Novo Mundo, e principalmente comprovada com documentos históricos verídicos.
Quando éramos pequenos na nossa casa nunca bebemos refrigerantes, e sempre - desde pequeninos - todos gostávamos muito de água com vinho. Com o tempo passávamos a beber vinho com água e a partir de 15 anos de idade já podíamos beber alguns goles de vinhos ótimos, que muito colaboraram na nossa paixão pela profissão... |
| Como define a sua experiência no Château Lacave? |
A minha experiência no Château Lacave foi maravilhosa...
Foi fantástico acompanhar aquela epopéia de colocar e consolidar uma marca de vinho brasileiro com a rapidez e o impacto que ela causou no mercado, que só sabia beber vinhos importados do Chile e da Europa.
O grande desafío era não só produzir bons vinhos, mas principalmente diferentes opções de produtos e que o mercado estivesse ávido por encontrar e assim poder consumí-los...
Foi o caso do famoso "Château Lacave Rosé" na garrafa bojuda, ele tinha uma pequena porcentagem de açúcar residual e uma agulha muito leve que sentia-se na língua... foi sem dúvida o vinho brasileiro que mais consumidores captou no Brasil para começarem a beber vinhos finos.
Durante a época em que tivemos o Château Lacave - ate o ano de 1987 - ele representava 50% do total de vendas da empresa.
Outra experiência única foi a do vinho "Velho do Museu", um vinho de corte de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Estagiava em tonéis de carvalho por 18 a 24 meses e guarda posterior de 18 meses nas cavas de pedra do castelo.
Na primeira safra, de 1971, elaboramos 2 mil garrafas, e o consumo foi tanto que a cada ano tivemos que aumentar a sua produção.
Nossos clientes compravam "en primeur", reservando partidas do ano seguinte, enviando cheques em branco para garantir quantidades, que nem sempre conseguíamos atender. Depois, vendemos a empresa à Remy Martin. Mas o "Velho do Museu" continua sendo produzido até hoje, em Caxias do Sul, por meu irmão Juan Carrau.
Por isso as pessoas que lembram daquela época sabem que no Brasil houve um ANTES e um DEPOIS de Don Juan Carrau Pujol. Ele foi, sem dúvidas, o grande divisor de águas num país que era famoso pelos vinhos ruins que produzia e que teve um auge inimaginável nas decadas de 1970 e 1980, com vinhos de muito boa qualidade, mas ao alcance dos bolsos de muitas pessoas...
O Château Lacave exportou vinhos para vários mercados da Europa, incluída a França, país considerado berço do vinho fino no mundo... |
| De 1971 até hoje muitas coisas mudaram... Como vê o Brasil atualmente? |
É claro que muitas coisas mudaram de 1971 para cá, e para melhor! Hoje existem muitos pequenos projetos de vinícolas pequenas por muitas regiões antigas e novas do Brasil. Neles geralmente a propriedade pertence a uma família, e o cuidado é muito mais esmerado, assim como acontecia naquela época no Château Lacave da nossa família.
Umas das coisas que mudaram é que a imprensa especializada - ainda fala principalmente dos vinhos importados - já começa a falar de alguns ótimos vinhos brasileiros.
Em breve, muitas pessoas ricas - assim como já fazem os diplomatas - vão perceber que é de bom gosto oferecer aos amigos e visitantes grandes vinhos brasileiros.
A vitivinicultura brasileira tem futuro, mas temos que continuar aprimorando a qualidade no plantio e na elaboração dos vinhos finos produzidos por aqui. |
| Como vê o mercado do vinho no Mercosul? Qual porcentagem vocês exportam? |
O mercado de vinhos no Mercosul esté bem, embora os governos dos países que participam dele não colaborem em nada....
É fundamental o esmero da iniciativa privada que se preocupa em desenvolver o mercado. Tivemos que lutar muito contra a inoperância e burocracia estatais e de governos que além de não ajudarem, atrapalham muito.
As nossas vinícolas continuam aumentando lentamente os volumes exportados e estamos vendendo ao exterior em torno de 30% de nossas vendas totais... |
| Churrasco harmoniza com Tannat ou Malbec? |
Para mim o churrasco harmoniza tanto com Tannat quanto com Malbec, e com todos os vinhos tintos encorpados e com os taninos suaves, portanto é recomendável que sejam vinhos com estágio em barricas novas ou seminovas por alguns meses... Penso que os vinhos harmonizam mais pela sua qualidade na elaboração do que pela sua composição ou variedades. Como uruguaio, gosto de harmonizar churrasco até com alguns rosados complexos e frescos dependendo do dia e da temperatura... |
| O Tannat do Brasil tem futuro? |
Eu diria que tem sim, mas dependerá do terroir e dos cuidados nas práticas de viticultura... na fronteira com o Uruguai poderão se obter excelentes resultados e muito parecidos com os melhores Tannats uruguaios produzidos nessa mesma região. |
| Cerro do Chapéu em Livramento: Por quê? Como define esse "terroir"? |
A região de Cerro Chapéu, tanto em Rivera como também em Santana do Livramento, é região de solo arenoso com escoamento rápido das águas, o que permite trabalhar a terra mesmo depois de chuvas fortes. As precipitações anuais nessa região são em média de 1.200ml anuais. O solo é muito pobre e de baixa fertilidade, o que faz com que seja ideal para o cultivo da videira e a obtenção de grandes resultados na fruta.
Essa região foi a escolhida nos anos de 1970, quando o nosso pai dirigia o projeto da Almadén, que procurava a região mais apropriada para o cultivo das videiras no Brasil.
O projeto foi elaborado em conjunto por técnicos uruguaios da Universidade da Agronomia e com técnicos da Universidade de Davis, da Califórnia.
E pelos resultados a nível mundial de nossos vinhos da região pode-se dizer que os mesmos comprovam tudo o que deles se esperava.
Em março deste ano, a revista Wine Spectator selecionou o Tannat AMAT como o melhor Tannat do Mundo. |
| Qual é a diferença entre um Tannat do Uruguai e um da França? |
As diferenças são grandes e numa degustação às cegas não pareceriam vinhos elaborados com a mesma variedade.
Os Tannats franceses podem ser ótimos, mas são vinhos que precisam muito mais tempo para poder ficar bebíveis e uma passagem maior na madeira também. Na hora de bebê-los são vinhos que precisam ser mastigados e isso faz que sejam mais difíceis de serem consumidos... eu diria que a cada três garrafas de um ótimo Tannat uruguaio, pode se achar uma de um ótimo Tannat francês....
A Tannat é uma variedade que obteve essa denominação por ser muito tânica, só que os Tannats franceses são ainda mais tânicos e por isso exigem uma elaboração muito mais demorada para domar esses taninos tão característicos da variedade. |
| Por que a uva Tannat pode ser definida como Patrimônio Genético do Uruguai, sendo de origem européia? |
Nao é que a Tannat venha a ser reconhecida como patrimônio genético exclusivo do Uruguai, é lógico que nada impediria que também fosse da França, já que é o país onde ela se originou.... só que o Uruguai considera que poderá ser reconhecida em função de ser o lugar do mundo onde tem o seu maior cultivo há mais de um século.
Além disso, os vinhos uruguaios já são reconhecidos como excelentes e principalmente os elaborados com essa variedade que se adaptou de uma forma única, como em nenhum outro terroir do planeta... o que não impede que a Tannat possa ser plantada em qualquer outro lugar e em certas ocasiões com ótimos resultados. |
| Como fazer para que o mundo conheça os vinhos do Uruguai? |
Temos que fazer como todos os países que conseguiram divulgar seus vinhos, e principalmente como o nosso avô Juan Carrau Sust e o nosso pai Juan Carrau Pujol sempre falaram. Temos que elaborar melhores vinhos a cada safra e assim com o passar dos anos os vinhos do Uruguai serão mais conhecidos no mercado internacional.
Hoje já é comum ler matérias a respeito dos vinhos uruguaios e a sua boa qualidade. Isso é fundamental para que o país seja reconhecido internacionalmente... |
| Como seria o melhor vinho brasileiro de todos os tempos? |
Essa é uma pergunta que acho que ninguém pode responder com exatidão.
Eu diria que o Brasil vai continuar a melhorar seus vinhos e isso fará com que no futuro mais críticos e connaiseurs se surpreendam. Mas é um processo que não tem fim e sempre poderão aparecer vinhos tão bons quanto e até melhores, basta que novos empresários e enólogos continuem avançando na melhoria dos detalhes que envolvem a produção de grandes vinhos.
Assim como a perfeição, eu diria que nunca será alcançado esse melhor vinho de todos os tempos, e sim alguns dos melhores de todos os tempos... Uma lista que poderá ser sempre aumentada à medida em que continuem aparecendo os apaixonados pela melhoria contínua na procura de coisas novas e diferentes... |
| O Uruguai terá mais espumantes? |
Acredito que sim, tanto o Uruguai como todos os países que têm condições de solo, clima e tecnologia para elaborar os diferentes tipos de vinhos.
No Uruguai, elaboram-se alguns ótimos espumantes... Nosso avô Juan Carrau Sust foi quem trouxe ao país o método tradicional ou champenoise e construiu as primeiras "cavas" subterrâneas. Em homenagem a ele nós elaboramos dois espumantes pelo mesmo método em quantidades muito pequenas, 90% da produção é consumida no país e alguns embarques de pequenas remessas são enviadas a outros mercados pela curiosidade que eles despertam.
As marcas são XACRAT, elaborado com uvas Chardonnay, e SUST com uvas Chardonnay e Pinot Noir de Cerro Chapéu. |
| Na sua opinião, o Brasil deveria adotar uma uva emblemática? Por quê? |
Existem muitas variedades que se adaptaram muito bem aqui, mas acho que deveria ser alguma menos conhecida mundialmente para que isso pudesse acontecer....
Eu não sei se isso seria viável e se deveria haver alguma variedade que realmente pudesse ser considerada uma uva emblemática para o Brasil...
Mas se essa variedade existisse, certamente poderia ser uma forma de ajudar com mais força a vitivinicultura brasileira... pois é isso que eu percebo que aconteceu com a Tannat no Uruguai, a Malbec na Argentina, a Pinotage da Africa do Sul e por último com a Carmenère no Chile, para citar exemplos. Parece que isso pode dar uma maior identidade aos países, o que certamente faz. |
| Qual á a sua opinião sobre os enófilos uruguaios e brasileiros? |
A minha opinião sobre os enófilos brasileiros e uruguaios á a mesma. São os grandes parceiros dos vitivinicultores na divulgação de tudo o que os vinhos oferecem à humanidade e com esse amor e dedicação eles se dão ao prazer de degustar e descobrir novidades nos mercados. Fazem com que nós, empresários, precisemos continuar a melhorar mais e mais a cada dia.
A nossa família no Uruguai sempre dedicou uma atenção muito especial à existência e proliferação desses apaixonados pelos vinhos, criando primeiro uma revista que se chama Vinho & Crianza para difundir as notícias do mundo do vinho no Uruguai e no exterior, e criando um departamento na empresa que se chama CCV, que significa Centro de Capacitação em Vinhos...
Organizamos atividades de Cursos e Degustações com vinhos diferentes de nossa empresa e de outros países e regiões que possam ser comparáveis pelas variedade e processos de elaboração.
Desde 1992 já passaram por eles mais de 4 mil pessoas e inclusive de grupos que a partir dos nossos cursos fundaram confrarias para se aprofundarem no conhecimento e nos segredos da vitivinicultura... |
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| PANORAMA - BRASIL |
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| NOTICIAS EN URUGUAY |
Premio al Mejor Sauvignon Blanc del País:
Salón del Vino Fino del Uruguay, que se celebró el jueves 25/10/2007 en Punta Cala, al lado del Aeropuerto de Carrasco. |
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Montevideo / Uruguay - 23 de Diciembre 2007 |
URUGUAY WINE TOURS
www.uruguaywinetours.com |
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Montevideo / Uruguay - 22 de Diciembre 2007 |
| Carta de uno de los alumnos de los talleres, con comentarios de una nota en el Espectador |
Ilustres Estimados y Estimada,
Antes que nada quería agradecerles la invitación "post libandum" de la Reunión Anual del Taller, porque
Se agradece aunque es una de las pocas cosas que pagaría con gusto.
Especialmente desupués de salir sorteado con una botella de Reserva.
Pero van pasando los días y no quiero seguir siendo mal agradecido.
No sé si escucharon el martes pasado "En Perspectiva", la charla de Emiliano Cotelo con Andrés Gil desde Bélgica con referencia a la empresa belga que explota la Terminal de Contenedores del Puerto de Mdeo. Yo la agarré empezada en el momento que hablaba del vino que sirvieron en una reunión.
Por si las moscas, está en la pág. web de la radio ( Preocupación de Katoen Natie por el futuro del Puerto de Montevideo)
La empresa belga Katoen Natie tiene el 80% de la Terminal Cuenca del Plata del Puerto de Montevideo y otras inversiones en Uruguay. En el marco de su viaje a Bélgica y tras una conversación con el presidente de la compañía, Fernand Huts, Andrés Gil describió la operativa de esta empresa familiar que se propone ampliar su presencia en el país. La firma está embarcada en la ampliación del muelle montevideano y ve con preocupación los trascendidos sobre una eventual licitación de una nueva terminal de contenedores. Idea que, según esta empresa, no le fue informada y comprometería seriamente su rentabilidad.
Ahí empezó la confirmación de esa impresión inicial. Por ejemplo, el edificio sede de Katoen Natie en Amberes es una especie de gran museo de arte, incluye un mínimo museo de arte egipcio y tiene las paredes decoradas con todo tipo de obras. Por citarte algunos ejemplos, hay más de un cuadro de Joaquín Torres García, algunos de Gurvich, de Alpuy, de Francisco Matto, hay esculturas de Fonseca, esto intercalado con otros autores mayoritariamente latinoamericanos.
La sorpresa confirmó la impresión que iba tomando forma desde el sábado, cuando fuimos invitados a una de las tres fiestas de fin de año que hace el grupo, la fiesta de Navidad, dedicada a sus empleados. Una fiesta para unos 1.500 trabajadores que se realizó en una zona rural con una ambientación medieval impactante, con un espectáculo de fuegos artificiales descomunal que duró más de 20 minutos y que estuvo muy bien regada.
EC - ¿Vas a hablarnos de la cantidad de alcohol que consumieron?
AG - Podría ser, en todo caso no que consumimos, pero sí que había disponible. Pero más importante que la cantidad es el origen, porque todo el vino que se tomó en la fiesta, tanto el tinto como el blanco, era de la Bodega Castel Pujol. Varios contenedores cruzaron el Atlántico y nos permitieron lucirnos entre los invitados.
Nuevamente gracias y felicitaciones por la promoción en Béligica y radial en ROU. |
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Montevideo / Uruguay - 18 de Diciembre 2007 |
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Montevideo / Uruguay - 8 de Diciembre 2007 |
Boletín Cultural que es enviado semanalmente para todas las misiones uruguayas en el mundo dónde se hace mención de las Joradas Latinoamericanas que se llevaron a cabo en el IFCS, Instituto de Ciencias Sociales de la Universidad Federal de Río de Janeiro.
Entre los destaques aparece el "vin d´honneur" ofrecido por este Consulado General, con la colaboración de las Bodegas Carrau. |
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Nuevos Galardones para Bodegas Carrau en la
Sélections Mondiales des Vins 2007
(Montreal, Canada)
Medalla de Plata para nuestro vino AMAT 2002
Sello Internacional de Calidad para nuestro
vino 1752 J. Carrau Pujol Gran
Tradición
2003
Para obtener mayor información sobre esta
competición puede visitar la web:
http://www.smvcanada.ca/esp/index.htm |
Publicaciones Internacionales sobre nuestra
bodega y vinos Uruguayos
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